Manuel Botelho de Oliveira
Manuel Botelho de Oliveira
Tue –Mon
Brazilian-born Portuguese lawyer, politician and poet (1636-1711)
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ספרים
Música de el ParnasoManuel Botelho de Oliveira
Música de el Parnaso
Manuel Botelho de Oliveira
Culpóme por agraviosManuel Botelho de Oliveira
Culpóme por agravios
Manuel Botelho de Oliveira · 1705
Al prado muy de mañanaManuel Botelho de Oliveira
Al prado muy de mañana
Manuel Botelho de Oliveira
Corazón, arde, y veaManuel Botelho de Oliveira
Corazón, arde, y vea
Manuel Botelho de Oliveira
Cuando el desdén luminosoManuel Botelho de Oliveira
Cuando el desdén luminoso
Manuel Botelho de Oliveira
Cuando fulmina borrascoso el CieloManuel Botelho de Oliveira
Cuando fulmina borrascoso el Cielo
Manuel Botelho de Oliveira
Cuando inflama escondidoManuel Botelho de Oliveira
Cuando inflama escondido
Manuel Botelho de Oliveira
Cuando las luces de tus ojos veoManuel Botelho de Oliveira
Cuando las luces de tus ojos veo
Manuel Botelho de Oliveira
Del Silvestre ejercicio fatigadoManuel Botelho de Oliveira
Del Silvestre ejercicio fatigado
Manuel Botelho de Oliveira
Del camino luciente fatigadosManuel Botelho de Oliveira
Del camino luciente fatigados
Manuel Botelho de Oliveira
Dichosamente soy docto estudianteManuel Botelho de Oliveira
Dichosamente soy docto estudiante
Manuel Botelho de Oliveira
El diamante que en fondo luminosoManuel Botelho de Oliveira
El diamante que en fondo luminoso
Manuel Botelho de Oliveira
En un penoso lechoManuel Botelho de Oliveira
En un penoso lecho
Manuel Botelho de Oliveira
Es mi llama dichosaManuel Botelho de Oliveira
Es mi llama dichosa
Manuel Botelho de Oliveira
Ese coral venturosoManuel Botelho de Oliveira
Ese coral venturoso
Manuel Botelho de Oliveira
No es fabulosaManuel Botelho de Oliveira
No es fabulosa
Manuel Botelho de Oliveira
Ruiseñor te consideroManuel Botelho de Oliveira
Ruiseñor te considero
Manuel Botelho de Oliveira
Si Cupido me inflamaManuel Botelho de Oliveira
Si Cupido me inflama
Manuel Botelho de Oliveira
Si el espejo retrataManuel Botelho de Oliveira
Si el espejo retrata
Manuel Botelho de Oliveira
Sin firmeza en los contentosManuel Botelho de Oliveira
Sin firmeza en los contentos
Manuel Botelho de Oliveira
Sintiendo tus rigoresManuel Botelho de Oliveira
Sintiendo tus rigores
Manuel Botelho de Oliveira
Tu lozano candor de adorno vivoManuel Botelho de Oliveira
Tu lozano candor de adorno vivo
Manuel Botelho de Oliveira
Ya que conozco ahoraManuel Botelho de Oliveira
Ya que conozco ahora
Manuel Botelho de Oliveira
Anarda ameaçando-lhe a morteManuel Botelho de Oliveira
Anarda ameaçando-lhe a morte
Manuel Botelho de Oliveira
Anarda escrevendoManuel Botelho de Oliveira
Anarda escrevendo
Manuel Botelho de Oliveira
Anarda jogando a espadilhaManuel Botelho de Oliveira
Anarda jogando a espadilha
Manuel Botelho de Oliveira
Anarda sangradaManuel Botelho de Oliveira
Anarda sangrada
Manuel Botelho de Oliveira
Anel de Anarda ponderadoManuel Botelho de Oliveira
Anel de Anarda ponderado
Manuel Botelho de Oliveira
Ao ouroManuel Botelho de Oliveira
Ao ouro
Manuel Botelho de Oliveira
Cega duas vezesManuel Botelho de Oliveira
Cega duas vezes
Manuel Botelho de Oliveira
Com generoso brio o forte AtlanteManuel Botelho de Oliveira
Com generoso brio o forte Atlante
Manuel Botelho de Oliveira
Anarda invocadaManuel Botelho de Oliveira
Anarda invocada
Manuel Botelho de Oliveira
Ao véu de AnardaManuel Botelho de Oliveira
Ao véu de Anarda
Manuel Botelho de Oliveira
Comparações no rigor de AnardaManuel Botelho de Oliveira
Comparações no rigor de Anarda
Manuel Botelho de Oliveira
Cravo na boca de AnardaManuel Botelho de Oliveira
Cravo na boca de Anarda
Manuel Botelho de Oliveira
Criou Deus na celeste ArquiteturaManuel Botelho de Oliveira
Criou Deus na celeste Arquitetura
Manuel Botelho de Oliveira
De um Régio troncoManuel Botelho de Oliveira
De um Régio tronco
Manuel Botelho de Oliveira
Efeitos contrários de AnardaManuel Botelho de Oliveira
Efeitos contrários de Anarda
Manuel Botelho de Oliveira
Efeitos contrários do rigor de AnardaManuel Botelho de Oliveira
Efeitos contrários do rigor de Anarda
Manuel Botelho de Oliveira
Encarecimento dos rigores de AnardaManuel Botelho de Oliveira
Encarecimento dos rigores de Anarda
Manuel Botelho de Oliveira
Entre horrores cruéis do crespo ventoManuel Botelho de Oliveira
Entre horrores cruéis do crespo vento
Manuel Botelho de Oliveira
FostesManuel Botelho de Oliveira
Fostes
Manuel Botelho de Oliveira
Ministro doutoManuel Botelho de Oliveira
Ministro douto
Manuel Botelho de Oliveira
Rosa na mão de Anarda envergonhadaManuel Botelho de Oliveira
Rosa na mão de Anarda envergonhada
Manuel Botelho de Oliveira
Rosto de AnardaManuel Botelho de Oliveira
Rosto de Anarda
Manuel Botelho de Oliveira
Mostra-se que a fermosura esquiva não pode ser amadaManuel Botelho de Oliveira
Mostra-se que a fermosura esquiva não pode ser amada
Manuel Botelho de Oliveira
Saudades de um esposo amante pela perda de sua amada esposaManuel Botelho de Oliveira
Saudades de um esposo amante pela perda de sua amada esposa
Manuel Botelho de Oliveira
Sono pouco permanenteManuel Botelho de Oliveira
Sono pouco permanente
Manuel Botelho de Oliveira